terça-feira, 9 de setembro de 2014

Achômetro | iPhone 6

Olá, amigos
Estava fuçando na internet em busca de coisas interessantes e descobri que saiu a divulgação do tão esperado iPhone 6.
Normalmente eu nunca dou nada por esse celular, talvez por que eu nunca tive um, maaaas.

Estive vendo a apresentação do iOS 8 e ainda esse vídeo abaixo sobre o próprio iPhone e posso dizer que achei muito foda.

Vou colocar aqui e deixar que vocês se deliciem!




Você sabe o que significa "crise" econômica?

Olá, amigos.

Hoje vou falar sobre a tal crise econômica que o mundo está "sofrendo".

Uma aulinha sobre crises.

O que causa uma crise?
Uma crise econômica é causada pela diminuição de compra/venda de produtos. Quando uma economia está aquecida, é quando um país produz e vende os produtos, gerando riqueza.
Após a primeira guerra mundial, a Europa estava vivendo um problema na economia dela, com devastações e falta de suprimentos. Os EUA tomaram as rédeas na produção mundial e na exportação, sendo a principal fonte de compra de produtos.
Havia emprego, os preços caíam, a agricultura produzia muito e o consumo era incentivado pela expansão do crédito e pelo parcelamento do pagamento de mercadorias. Quando a economia da Europa começou a melhorar, as importações começaram a diminuir. Essa diminuição gradual criou lentamente a crise de 1929.

Algo parecido com o que está acontecendo agora?

Desde 2008, o mundo tem vivido "A grande recessão". Essa recessão é simplesmente a quebra de um banco tradicional nos EUA chamado de Lehman Brothers, fundado em 1850.
Houve um processo de sub-prime, que é dar créditos a pessoas que não podem arcar com a despesa e neste caso, ficam inadimplente.

OU SEJA, CRÉDITO PARA TODOS.

Aconteceu muita merda... Os bancos emprestam para pessoas que não tem como pagar, criando inadimplência (Não pagamento) e insolvência (Dívida maior que a renda). Para os bancos não perderem dinheiro, criaram títulos negociáveis no Mercado Financeiro Internacional, porém não se tinha um produto. Era uma dívida que se negociava.

Tanto foi a coisa que acabou o dinheiro que se tinha nos bancos para os correntistas sacarem gerando desconfiança no sistema financeiro, afinal de contas, onde está o dinheiro que foi depositado lá?

Agora vamos ao que interessa: Brasil.

Todo banco possui uma reserva de dinheiro para ser sacado pelos correntistas, chamado de depósito (ou reserva) compulsória.
O Banco Central do Brasil vem diminuindo a reserva compulsória dos bancos para colocar mais dinheiro para empréstimo no mercado. Nos últimos dois meses, já diminuiu 70 milhões de reais (45 em Julho e 25 em Agosto). Tudo para aquecer o mercado.

De acordo com a Wikipédia: depósito compulsório é uma das formas de atuação de um Banco Central para garantir o poder de compra da moeda, e, em menor escala, para execução da política monetáriaE ainda: O principal objetivo do depósito compulsório é evitar a multiplicação descontrolada da moeda escritural.

Moeda escritural é a moeda de crédito, ou seja, não é dinheiro impresso, mas sim a "promessa" de uma moeda impressa. Por exemplo, tendo um cheque em mãos, você tem a promessa de que se for no banco X fazer um saque, você receberá seu dinheiro.

Enfim, esses empréstimos são perigosos. Quanto mais se endivida, mais controle eles tem sobre você. Mesmo que não pareça, mas é.

Veremos o futuro.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Pensamentos...

Ontem eu fui ao cinema com Sergio e Rafael. Fomos assistir o filme No olho do furacão.

Quando no onibus pra irmos embora, começamos a conversar sobre um sonho que Rafael teve com Sérgio, vendo ele morrendo no sonho.Rafael disse que a pessoa do sonho era a mãe do presidente da quadrilha que ele dança. Ela havia morrido e o filho tentou ficar forte até que, quando baixaram ela no buraco e começaram a jogar areia (ou terra) em cima do caixão, ele chorou copiosamente.

Então começou a discussão de se o enterro no chão não era hostil, pois ver a pessoa querida ser enterrada era algo muito triste. Eu dizendo que era natural, afinal de contas a terra precisa dessa carne novamente. Nada de "Do pó veio, ao pó voltarás.", mas como somos seres orgânicos, nada mais justo do que enterrar. Mas essa era minha ideia. Nunca tive um parente próximo (sentimentalmente falando) falecido, então não tenho a experiência de presenciar a morte de pessoas queridas...

Então começamos a falar de outras coisas...
Um crackudo apareceu, enquanto eles me esperavam para irmos ao cinema, pedindo dinheiro. Obviamente nenhum dos dois deu o dinheiro. Um colega do Rafael, que passava por ali, comprimentou-o, foi na venda de salada de frutas, comprou uma e ofereceu ao magrelo usuário de crack. Este recusou várias vezes e disse que queria dinheiro. Mas o colega de Rafael disse que dinheiro não dava e comeu a salada. Uma tristeza, eles disseram.

Sérgio começa dizendo que "se Deus fosse bom, não deixava pessoas boas morrerem" e que "tem um monte de crackudo que fica peranbulando por aí, sofrendo e fazendo as outras pessoas sofrerem, que poderiam morrer de uma vez. São um bando de zumbis e não tem mais ideia do que estão fazendo."

Eu então disse que não era assim, que apesar de estarem desta forma, são humanos e devem ser tratados ou até mesmo receber cuidados, que são nossos irmãos, que infelizmente entraram nessa desgraça e que não é o Estado que tem que resolver alguma coisa, afinal de contas o Estado não resolve nada. Somos nós que temos que mudar para impedir que essas coisas aconteçam, etc. Aquela coisa vaga de sempre sem solução óbvia.

Foi quando Sérgio e eu começamos a divergir em nossas opiniões. Quando isso acontece, eu me silencio e digo a ele: "Já discutimos sobre isso e acabamos brigando. Você tem a sua opinião, eu tenho a minha. Respeito a sua opinião. Não concordo com você, mas como não conseguimos conversar educadamente sobre isso, troquemos de assunto"

Foi nesse momento que algo diferente aconteceu. Olhei para fora do onibus e vi a noite com suas luzes artificiais. Pessoas andando, obviamente, indo a algum lugar. Então veio.

"Por que me preocupar com tanta coisa? Há 25 anos eu não estava aqui e daqui a pouco não estarei também. O mundo vai continuar e eu irei embora."

Ao mesmo tempo que fiquei triste, sorri. Nada nesse planeta importa tanto. Apenas o fato de eu estar vivo é uma comemoração a fazer. Esse corpo é uma mistura de céu e terra e agradeço a todo o pedaço de terra e céu que existe em mim. Sorrir mais e me preocupar menos. Agir mais e pensar um pouco menos. Trabalhar naquilo que gosto sem pensar em dinheiro. Estar mais com meus amigos e amor. Sonhar com um futuro feito por minhas mãos...

Victor Alves Baptista